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15 de outubro de 2015

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E quem somos nós durante uma relação? E vai dizer que somos os mesmos? Dentro de quatro paredes vale tudo? Vale a vida, o momento, o instinto, a fantasia. Vale a Daniela, Joana, Andreia, Carolina e a Mariana. Vale assumir outro papel. Vale assumir a vontade reprimida, os sonhos mais secretos. Aqueles que só os seus pensamentos conhecem. 

Olhar, sentir, vivenciar. Perder a sanidade. Pele na pele, olho no olho.. o suor, a respiração, o momento todo ali em alguns minutos de entrega total. O amor? O amor naquele momento em segunda instância, jogado na cama junto com a mascara que deixei cair ao me revelar. A respiração mais alta ao pé do ouvido, o arrepio dos pés à espinha. O desejo em jogo, só o desejo e nada mais. 

Todos esses sentimentos misturados me enlouquecem pela culpa de não ter você. De não me entregar. Você se foi, o amor falou mais alto e o desejo, ah.. o desejo ficou pra trás junto com aquela marca que deixei nas suas costas, com as caricias, com as risadas... com a dose que deixei na mesa.

E toda vez que penso na noite inacabada, da conversa sem sentido e da vontade reprimida nos nossos olhares, o arrependimento vem a tona. 

Aquela noite sem um ponto final, nosso beijo como reticencias e o nosso desejo como ponto e virgula. Ah se eu conseguisse assumir ao menos metade do papel que me passa pela cabeça, nos meus pensamentos mais longínquos, nós já não seriamos nós. Nos encontraríamos em outros nomes, outros corpos, quem sabe até em outros personagens, mas sempre com a malícia na troca de olhares, a boca seca e com os corpos queimando por inteiro. Confesso! É delicioso as provocações, as risadas disfarçadas e os pensamentos nos consumindo.   

Seu cheiro... ah, seu cheiro! Se fecho meus olhos consigo enxerga-lo na minha frente, com o cabelo ainda molhado, com o corpo por secar e com o perfume mais intenso e delicioso que já senti na vida.

Dizem que isso é paixão, eu prefiro chamar por desejo. Desejo forte, que não passa tão cedo. Reprimido. Arrependimento por não aproveitar os momentos que estivemos junto. 

Ah essa vontade que não cessa, que não encerra, sem fim... Nossa noite em um livro, um conto no meu diário inexistente com a última página por escrever, com um ponto e virgula por ler.


26 de junho de 2015

Quando as palavras não se encontram


Às vezes é difícil decifrar o que sentimos. O meu olhar sempre a procura do seu e não conseguimos entender porquê. Todo dia, faça chuva ou faça sol, você está lá. E quando não vem, os pensamentos voam longe tentando encontrar a resposta. 

O trânsito para, as buzinas tocam e eu só consigo ouvir a musica que toca no ipod e a voz que insiste em ficar na minha cabeça agradecendo o caos da cidade, pois assim consigo ficar alguns minutinhos a mais te olhando. Claro, discretamente, mas sempre tentando decifrar quem é você, o que faz e o que fará naquele dia. Estranho mesmo são as palavras que não saem da nossa boca, que não se cruzam. Talvez os sorrisos disfarçados sejam as respostas que procuramos. Os olhares se cruzam pelo reflexo do vidro quando o sol decide invadir nossos dias e aí consigo enxergar a sua alma, a sua malicia, o seu desejo. Engraçado os nossos desejos serem iguais. Ambos reprimidos. Ambos carregando uma culpa nos ombros. 

Toda aquela história da caça do gato pelo rato vale a pena e faz meus dias se tornarem ainda mais interessantes. O seu olhar me interessa. A sua procura pelo meu olhar me intriga e o teu sorriso meio de canto... jogado, me encabula. Mas eu gosto. Ah eu gosto, e talvez a graça seja essa: não saber quem é você, imaginar a sua voz e os seus pensamentos ao me encontrar. 

Estranho seria se não me encantasse, estranho seria se eu não prestasse atenção no seu jeito de mexer no cabelo ou de responder com o olhar ou de me preocupar ao não te encontrar. É... você mexe comigo e eu não entendo o porquê. Mas também, para que entender? Deixa tudo assim, discreto, intrigante e reprimido. Quem sabe um dia, quem sabe alguma hora dessas o destino não muda esse caminho que traçou para os nossos desencontros. Um sorriso de despedida e um olhar de até amanhã!



22 de maio de 2015

O sonho não morrerá



Explicar o motivo pela escolha do jornalismo como profissão talvez eu não consiga, mas, ainda assim, eu sei que devo tentar. Posso começar contando como tudo começou.  Sabe aquelas típicas feiras estudantis em que existem milhares de oportunidades e você quer agarrar todas? Então, é isso. Você chega no lugar e na verdade não sabe nem o que quer, e o meu caso não foi diferente.

Mas, quando o mundo conspira para que algo aconteça, acredite, ela vai acontecer. E foi por essas conspirações que eu fui parar em uma palestra da editora chefe do Jornal Hoje da TV Globo. E daí em diante eu sabia o que queria para a minha vida. Isso no segundo ano do colegial. E há quem diga: “Ninguém nunca sabe o que quer com 16 anos!”, mas eu era a exceção da regra.

Há exatos quatro anos atuando na profissão posso dizer que já vi e vivi grandes mudanças no mundo jornalístico. Quando entrei para o meu primeiro estágio, as redações trabalhavam a todo vapor, a procura por profissionais era grande e tudo parecia ser mil maravilhas. Acho que eles só se esqueceram de um detalhe: nós estamos vivendo no mundo digital e isso poderia mudar muita coisa com o passar do tempo, e mudou.

O tempo passou, inovou, e as mudanças foram notórias. As redações cada vez mais escassas, demitindo profissionais e se limitando a internet. Se a 50 anos os jornalistas utilizavam maquinas de escrever, hoje microcomputadores, amanhã? Bom... amanhã conseguiremos repassar a notícia somente através do nosso pensamento.

Brincadeiras a parte, alguns dias atrás, minha mãe me perguntou o que eu esperava do futuro, da minha vida, da minha profissão e eu pensei, pensei e não soube responder. Eu sei que, enquanto eu estiver lúcida, quero transmitir o melhor de mim para o jornalismo. Daqui a dez anos as notícias estarão cada vez mais presentes na vida das pessoas, e eu quero fazer parte disso. Quero ser a profissional que corre com as mudanças, quero me adequar às necessidades e me fazer presente, assim como os fatos que nunca param.

Que o jornalismo mudou, isso é óbvio, é notório. Como ele será amanhã? Só Deus sabe! Se a quatro anos eu via o mundo do jornalismo resumido aos jornais da globo, hoje eu vejo como simples coisas podem virar notícias e daqui a dez anos pretendo olhar para trás e perceber que toda a correria com as mudanças do mundo valeram a pena para a minha profissão. O sonho de levar a notícia a qualquer pessoa, em qualquer lugar, não morreu e nem nunca morrerá. Enquanto houver o jornalismo, eu quero estar presente.


22 de abril de 2015

Não há oxigênio melhor do que o amor.


A sua ausência ainda vai me fazer falta, eu sei disso.
Sei que nada ficará no lugar após o barulho da batida da porta da sala. Nem mesmo o sorriso, nem mesmo as chaves do carro em cima da mesa da cozinha ou as correspondências que insistem em chegar com o seu nome por debaixo da minha porta. 

As ofensas e as promessas pairam no ar ocupando o lugar do oxigênio que eu preciso para respirar. Elas me invadem, me consomem e me destroem. São teimosas, não desistem nunca. Querem me ver derrubada no chão do quarto cantando a nossa música alta, com um pote de sorvete na mão e tentando encontrar alternativas para mudar aquele cenário patético. E que ingenuidade a minha em achar que aquele quadro torto no corredor seria arrumado assim que você passasse por ele para chegar até o banheiro. 

Entre a razão e a emoção, o orgulho venceu! Ele não me deixou sair correndo atrás de você para que a porta não se fechasse e para que a chave do seu carro ficasse no seu devido lugar, ao lado da minha. E agora eu só sei me perguntar o motivo. 

Não há caminhos sem volta, não há obstáculos que não podemos enfrentar, não há outra pessoa em nosso caminho...Pera! Não há o quê? Sempre há alguma coisa que não podemos consertar, e é exatamente esse o problema. 

Eu não posso consertar o amor que há dentro de mim, a saudade que não quer ir embora, ou a vontade que tenho de responder o seu alô em todas as tentativas frustradas de um contato no momento sem fim que estamos vivendo. 

A vontade de me levantar e mudar essa depressão profunda, que é viver sem você, me fez enxergar o relógio que deixou cair no chão do quarto ao sair e me fez recordar os inúmeros sorrisos dentro de uma só vida, a nossa. 

Uma vida cheia de sorrisos, desentendimentos, cheia de orgulho, mas principalmente, lotada de amor. Amor que me fez voltar a realidade ao te ver na portaria interfonando, pedindo para subir... para trocar umas palavras. 

E antes que eu pudesse me dar conta, você estava ali...parado na porta, sem jeito, sem graça, sem saber o que fazer, mas cheio de certeza do que queria para si. 

Existem momentos em que as palavras são totalmente dispensáveis e que o sentimento responde a qualquer dúvida que ainda possa existir e é nesse momento, nesse curto período de tempo, que tudo volta ao seu lugar. Em um único olhar e um beijo profundo as coisas vão tomando rumo e como se fosse um filme, todos os objetos derrubados e quebrados da casa retornam aos seus lugares quase como se fosse uma mágica. Um encanto inquebrável, irreparável. 

As palavras que nos machucaram finalmente vão embora e dão espaço para o oxigênio necessário para respirar, para sobreviver. Oxigênio que nada mais é do que um único sentimento tão poderoso e tão caloroso capaz de curar qualquer ferida: o amor.




19 de março de 2015

Quando os dias parecem não ter fim...



E ter você aqui, pra mim, é tudo o que o meu coração quer. Ele só sabe bater no ritmo dos nossos passos, da nossa respiração, da nossa alma. 

Os dias demoram a passar, as noites caem cada vez mais escuras, mais vazias e tudo o que me pergunto é: "por que ele não pode estar aqui comigo?" 

Os dias passam se arrastando, a rotina me consome, meu cansaço ecoa e transparece para todo mundo ver, para não deixar dúvidas, mas no fim do dia a única coisa que importa é chegar e te ver sorrindo, me esperando. E naquele momento parece que tomo uma injeção de humor, de ânimo e o meu dia parece começar a partir daquele instante. E não há tempo para curtir o nosso amor. Enquanto todos dormem, nós seguimos acordados se olhando, rindo das palhaçadas um do outro e a noite é uma criança como dizem. Sem hora para voltar para casa, nós curtimos e curtimos e curtimos esse tal amor. 

E o fim de semana acaba, a nossa rotina nos consome por mais uma semana e assim vamos seguindo, até a próxima sexta-feira. Se eu acho ruim? Jamais! Os três dias que passamos juntos compensam a semana, o mês... o ano! É tudo tão bom...

Quem nos vê pensa que somos perfeitos juntos, e sabe de uma coisa? Eu também acho. Os nossos corpos falam por nós, a química transborda, os nossos olhares sempre se cruzam e se entendem, os nossos dedos se entrelaçam, o nosso abraço é o nosso esconderijo e o nosso beijo é o nosso refúgio. O que mais poderia estar perfeito? Onde a alma fala por nós, é onde devemos estar! 

Com você todo dia é sexta-feira, não há tempo ruim. A gente se diverte com pouca coisa e não precisamos de muito para estarmos juntos e felizes. O nosso sorriso mostra para todo mundo o quanto a nossa vida é boa. 

E tudo é tão perfeito... tão mágico... e no fim do dia eu só preciso de você do meu lado. Quando essa nossa distância terá fim? Quando poderemos estar juntos, como dizem, de fato para sempre? Quando vamos poder rir dos vizinhos? Ou sair correndo depois de aprontar alguma coisa como dois adolescentes sem causa? Quando vamos poder nos divertir com uma torneira quebrada molhando toda a cozinha? Quando? 

E quem disse que o mundo de adulto, casado, tem que ser regrado? Sem diversão? 
Se for assim, prefiro continuar vivendo a nossa vida de adolescentes rebeldes, rindo de tudo e de todos, nos divertindo, nos amando, sendo felizes sem rótulos nem regras. Afinal, a única coisa que importa é estar com você. 

E se for para ser assim, que assim seja... sobrevivendo na rotina incestante da semana e vivendo aos fins de semana. Vivendo com você. 


 



23 de fevereiro de 2015

Um único lugar, várias pessoas e uma conquista!


O mundo real assusta, não é mesmo? E muito! Mas com o tempo aprendemos que não é um bicho de sete cabeças. Ele só precisa ser visto com atenção; com muita atenção, pois quando nos damos conta, os melhores momentos já passaram. 

Quando você está no colegial tudo é diferente, tudo é festa! Eba! Festas, amigos, faculdade, caras gatos e muita bebida! E quem não teve esse pensamento prestes a sair de casa para o seu primeiro dia de aula ou para o tão famoso trote na faculdade!? Nos primeiros dias é tudo novidade, aquelas pessoas mais velhas, aquele lugar onde com certeza você encontra de tudo um pouco. E você não pode decepcionar, afinal você é a bixete! Aquela que os veteranos vão prestar atenção e comentar quando você passar no corredor. Então passa horas no espelho se arrumando só para sentar nas carteiras e assistir as aulas... ou não! Acredite, isso tudo é bobagem! 

As dificuldades vão surgindo, os enormes trabalhos também e você pensa: "Como vou terminar isso? É impossível! Ler um livro inteiro em dois dias?" Nunca! Não tenho tempo! Vou pegar o resumo na internet" E assim vai... E mal você sabe que logo surgirão os estágios que os deixarão extasiados a priori e cansados em todos os outros... talvez putos da vida! E é aí que vem o famoso questionamento: "Será que é isso que eu quero?" Minha mãe vai me matar se eu falar que não quero isso! Quanta coragem será que eu tenho para ir atrás das minhas vontades? Dinheiro ou felicidade?"

Sim, eu sei. Não é fácil. Você vai pensar em desistir milhões de vezes, mas nada deve ser mais gratificante e maravilhoso do que subir ao palco para buscar aquele rolinho de papel que você tanto lutou para conquistar e enfim, após longos anos, conseguiu! Lá em cima, prestes a ouvir o seu nome sendo chamado, você vai conseguir enxergar todos os momentos que viveu para chegar até ali, sejam ruins ou bons. Vai lembrar que em dias de prova você ia de chinelo havaiana e moletom, afinal tirar boas notas e sair dali o mais rápido possível era o que importava! 

Ao olhar para tudo aquilo que passou verá que quando entrou por aquela porta você era somente uma menina cheia de sonhos e ao sair, você é uma mulher cheia de oportunidades! 

E quando estiver saindo, pela última vez, você vai se lembrar quantas vezes entrou correndo atrasada, e das fugidinhas para o bar da frente. Ao cruzar com os novos bichos você se enxergará neles e pensará: "Mal elas sabem o que passarão aí. Quanta saudade!" 

Um único lugar, várias pessoas, uma coragem e uma conquista!  Enfim, formada! 

11 de fevereiro de 2015

O problema não é você, sou eu!


E como qualquer relacionamento, tudo começou com um beijo. Ele? Policial! Sabe daqueles marrudos, todo imponente, voz grossa que te deixa fora de órbita com apenas uma palavra. Lindo! Encantador! E com uma dor gigante guardada dentro do peito. 

Eu? Quase na casa dos 30! Aliás, isso tem me atormentado! Quando me perguntam qual a minha idade a minha vontade é de chorar ou de voar no pescoço de quem perguntou. Afinal, o que isso importa? Só para saber se já estou com o pé na cova? E quem disse que isso significa alguma coisa nessa mundo violento de hoje? Pois é, nada!

A cabeça de uma mulher pode ser muito traiçoeira as vezes. Essa tal coisa de relógio biológico não para de apitar nem mesmo nos meus sonhos, não me deixa dormir em paz! O desespero por encontrar alguém para seguir as regras de uma boa moça que casa, tem filhos e vive para o marido vai aumentando cada vez mais. E quando temos certeza que encontramos? Opa! bora lá! Corremos atrás com todas as nossas forças, mas o problema disso tudo é o tombo que pode ser cada vez mais alto!

Sim, me apaixonei! E quem não se apaixonaria por ele? Entre noites de encontro descubro que ele está se divorciando. Se isso é um problema para mim? Magina! Acredito que seja até melhor, afinal ele já foi casado, sabe bem como é essa vida, tem maturidade, enfim.. sabe ser o homem da casa, dá para entender? 

Deixei as coisas rolarem... e as coisas foram rolando tão rápidas que não conseguíamos não estar juntos! Ao mesmo tempo que não queríamos rotular nada, não podia deixar de pensar que estávamos juntos, afinal estávamos! 

Aquela dor se tornou o problema entre nós. Sabe aquela história de novela que os dois mocinhos se amam, mas não podem ficar juntos por algum motivo? Caraca, era a novela da minha vida! Ele foi se afastando, me pedindo para não procurá-lo mais, me disse que não sabia mais lidar com isso, que tinha medo de se machucar e que não queria viver tudo de novo. Logo pensei: "Que egoísta! E a minha dor? Isso você não vê, né?" Como eu fiquei? Paralisada! Meu mundo ficou meio perdido, sabe? Afinal era ele! Ele era o homem que eu escolhi para brincar com os meus filhos na sala bagunçada de brinquedos. 

Com muita dor, me afastei, acatei! Me afastei me segurando para não procurá-lo, para não chorar. O desespero de ter ele comigo era gigante! Como alguém que eu conhecia a tão pouco tempo podia me fazer aquela falta? Um buraco no meu peito se abriu! A situação se inverteu, agora a dor nos olhos eram nos meus e não mais no dele! 

Não! Eu não podia mais sentir aquilo, não podia ficar esperando que algo mudasse aquela situação. Então eu mudei, literalmente! Me mudei para outra cidade! Aproveitei a proposta do meu emprego e fui! Malas prontas, cabeça aqui, mas fui! Fui e tentei não olhar para trás!

Depois de um tempo, de volta à São Paulo, encontro ele na noite com outra. Doeu demais, e a noite terminou com lágrimas e muitos drinks! Até demais! (ai minha cabeça!)

Ele me viu e tentou se explicar. Disse que não precisava, afinal não tínhamos nada. Mas não aguentei, fui sincera. Falei tudo o que eu precisava e ainda tive que ouvir: "Não posso te pedir para esperar por mim, apesar de ser o meu maior desejo. O problema não é você, sou eu!". Respirei e respondi: " Isso eu sei e tenho certeza, mas vai dizer isso para o meu relógio; ele tem pressa e meu coração também!  Desculpa, o problema não é você, sou eu que não posso esperar!" E saí.. para nunca mais voltar!